Revista Sucesso

Atualizado em 29/08/2016

Tratamentos

Tecnologia 3D na cirurgia ortognática

Funcional e estética, essa correção de deformidades dento-faciais é feita com precisão milimétrica

Da redação


O cirurgião Buco-Maxilo-Facial Daniel Gaziri

A cirurgia ortognática é o procedimento indicado para corrigir deformidades dento-faciais, ou seja, a má formação dos ossos que compõem o sistema mastigatório (maxila e mandíbula). O cirurgião Buco-Maxilo-Facial Daniel Gaziri explica que essas deformidades podem ser congênitas, genéticas, por traumas faciais, ou adquiridas durante o desenvolvimento da face, por hábitos ou problemas respiratórios na infância. “Além do desconforto estético, o problema traz prejuízos funcionais, podendo afetar a mastigação, fala, articulações, qualidade do sono e causar problemas respiratórios e dores de cabeça e na face”, explica. Na área há 10 anos, Gaziri é mestre e doutor em cirurgia e traumatologia Buco-Maxilo-Facial pela PUCRS e especialista em correções de deformidades dento-faciais.

Segundo Dr. Gaziri, graças à tecnologia de impressão tridimensional, a cirurgia ortognática pode hoje ser realizada com precisão milimétrica, o que reduz o tempo da operação e garante ganho de qualidade ao paciente. Essa tecnologia foi desenvolvida de forma pioneira pelo Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer, órgão de pesquisa ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. Desde 2006, Dr. Gaziri atua em parceria com o CTI, garantindo um planejamento muito mais preciso aos seus pacientes. “Através de um software, o paciente faz a tomografia aqui, eu envio os dados ao CTI, que faz a impressão em molde 3D e me envia”, explica.

Realizada em ambiente hospitalar, com anestesia geral, a cirurgia ortognática pode ser realizada ao fim da fase de desenvolvimento ósseo, que nos homens acontece aproximadamente aos 17 anos e na mulher meses após a menarca. “O acompanhamento é multiprofissional, podendo envolver, além do cirurgião buco-maxilo-facial e do ortodontista, profissionais de fonoaudiologia, fisioterapia, entre outros”. O pós-operatório, segundo Dr. Gaziri, demanda alguns cuidados especiais, principalmente no que concerne às restrições alimentares. O paciente não sente dor e pode presenciar uma perda temporária de sensibilidade. O sucesso da cirurgia, segundo o especialista, está diretamente ligado à colaboração do paciente nesta fase pós-cirúrgica. “É preciso que ele entenda o processo e faça sua parte, e nosso acompanhamento é fundamental”, pontua.

Quem fez recomenda



Katia Peruzi e Fabiano Cândido da Silva

Comecei a perceber, aos 16 anos, um pequeno desvio no meu rosto, que me incomodava, mas eu não sabia que era caso cirúrgico nem o que aquilo poderia acarretar. Quando comecei a fazer tratamento ortodôntico, passei a sentir muitas dores de cabeça. Fui ao neurologista, ao otorrino, fiz uma série de exames, mas ninguém descobria a causa. Foi quando me consultei com Daniel Gaziri, fiz alguns exames e ele detectou o problema. Há quatro meses, fiz a cirurgia ortognática e hoje já percebo muita melhora, tanto estética quanto funcional, a respiração melhorou bastante. O pós-operatório foi um pouco complicado, por conta das restrições alimentares, mas já passou. Recomendo não só a cirurgia, para quem sofre desse problema, como também o Dr. Daniel Gaziri, gostei muito do atendimento, ele é muito cuidadoso. (Katia Andressa Peruzi, 21 anos, estudante)

Convivia com o problema há uns 15 anos. Tinha muitas dores de cabeça, problemas respiratórios e dificuldade para dormir. Procurei neurologistas, oftalmologistas, fiz diversos exames, mas sem chegar ao diagnóstico correto. Até que meu ortodontista, ao perceber que no meu caso só o aparelho não ia resolver, me indicou ao Daniel Gaziri e, em conjunto, eles fizeram meu diagnóstico. Passei pela cirurgia no início do ano. No meu caso, me incomodava muito mais a questão funcional que estética, mas o resultado é uma somatória de melhorias nesses dois aspectos. O pós-operatório é um pouco complicado, por conta das restrições alimentares, por isso acho importante que o paciente esteja preparado psicologicamente para encarar os 90 dias de restrições, mas vale muito a pena. Indico e recomendo. (Fabiano Cândido da Silva, 36 anos, arquiteto)

Daniel Gaziri, cirurgião Buco-Maxilo-Facial (CRO 16967)
Rua Senador Souza Naves, 1035 – Sala 03
(43) 3324-5553 – Londrina PR - www.danielgaziri.com

revista Sucesso, bem-estar, Daniel Gaziri, Buco-Maxilo-Facial, ortognática, odontologia
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