Revista Sucesso

Atualizado em 31/01/2018

Gastronomia

O café está com tudo e não está prosa!

Ao falar café estou diretamente falando sobre o nosso verde e amarelo café brasileiro.

Da redação

Ele arrebentou a boca de vários balões neste ano de 2017! Ao falar café estou diretamente falando sobre o nosso verde e amarelo café brasileiro. Minha gente, minha gente, em dois cuppings de cafés de origem o café do Brasil foi vendido batendo vários recordes, um aqui no Paraná e outro em nível mundial.

No Paraná, a mulherada deu show! A Associação das Mulheres Cafeicultoras do Norte Pioneiro do Paraná produziu micro e nano lotes, que foram enviados ao IAPAR para um cupping aberto ao público e ao mercado de cafés.  Eu passei por lá, como boa degustadora que sou, e comentei sobre a edição da revista anterior, quando escrevi sobre o desempenho das mulheres na cafeicultura brasileira. E concluí, mulheres são mesmo como o deus Midas, tudo que elas tocam viram ouro!

E tive a honra de provar cada um daqueles cafés maravilhosos, produzidos por muitas mulheres incríveis, hábeis e experts no assunto, através de processos naturais, despolpados e fermentados. Vocês precisariam ver: baixou gente de várias regiões do Brasil para conferir o sabor do café paranaense produzido por elas!

Já imaginaram provar um café com um aroma natural de melancia? Ou com sabor de jabuticaba? Ou, ainda, com uma fermentação que remete a várias especiarias misturadas com mel e jambo? Hahaha... E não estou ficando maluca! São as delícias que o Paraná tem para oferece, tanto pela terra, clima, manejo e outros cuidados que as coffeelovers pés vermelhos têm sob e sobre suas mãos. Destaque para a valorização do café paranaense: foram comercializados 28 quilos de um desses cafés a R$ 3.800,00 o quilo!

Na Semana Internacional do Café, que aconteceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, marcou importante presença o batom vermelho como a cereja do café, novamente. Sandra Lelis da Silva, do Sítio Caminho da Serra, de Araponga, mata de Minas. Sandra ficou com o primeiro lugar no tipo Arábica, e outras duas mulheres subiram ao podium, uma em terceiro lugar também na categoria arábica e outra em primeiro lugar no quesito colinon, da região de Rondônia, Cacoal.  É, elas estão fazendo a lição de casa muito bem, não acham?

 Finalizando esta coluna que amo fazer, pergunto ao leitor, já imaginou pagar R$ 55, 5 mil reais em uma saca de café verde? Pois é, foi exatamente este o valor pago por três empresas a um produtor da região de Patrocínio, Minas Gerais, com denominação de origem do Cerrado Mineiro (IGP). As empresas que compraram este café foram Maruyama Coffee e Sarutahiko Coffee, ambas do Japão, e Campos Coffee, da Austrália. Empresas do mundo inteiro participaram do leilão na tentativa de levar este cafezão! Ficaram curiosos? Gostariam de provar este café? Eu só de escrever já salivo pensando que prazer este café traria ao meu humilde paladar!!!

Temos algumas receitas de cafés para incrementar suas reuniões familiares ou de amigos. Interessados entrem em contato. E ótimos e saborosos cafés! #bebaanima


   
ANDRÉIA CRISTINA LUCHETTI
Barista e proprietária do Ânima Café Artesanal
Facebook: @animacafeartesanal
Instagran: @animacaffe

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