Revista Sucesso

Atualizado em 29/01/2018

Editorial

Ler é mais do que importante, é imprescindível

Com certeza, o número de leitores de todas as faixas etárias no território brasileiro ainda não é o ideal.

Da redação

Não quero ser professoral, gostaria A apenas de ser analítica: ler abre horizontes e possibilidades, nos ensina outros pensares, novas análises, nos oferece emoções que podemos nunca ter experimentado.
De acordo com dados do Ibope e do Instituto Pró-Livro em maio de 2016, 67% dos leitores no Brasil são jovens entre 18 e 24 anos, número 14% maior que os de 2014. Logo, o público juvenil é o que mais lê no país atualmente. A pesquisa também diz que os adolescentes entre 11 e 13 anos são os que mais leem voluntariamente, sem a obrigação escolar ou profissional, apenas por gosto pessoal, e somam 42%. Crianças de 5 a 10 anos representam 40% do público que diz ler sem obrigação. Olha só que maravilha!
Aprendi e me acostumei a ler muito cedo, incentivada pelo meu querido professor de português, Servino Cardoso. Com ele, descobri grandes autores da literatura brasileira como Jorge Amado e José de Alencar. E, pelo crédito que este sábio conhecedor da alma adolescente me concedeu, graduei-me inicialmente em Letras Anglo-portuguesas e quase permaneci como professora de literatura brasileira. Mas me apaixonei por jornalismo e aqui estou !
Com certeza, o número de leitores de todas as faixas etárias no território brasileiro ainda não é o ideal. A pesquisa registra que 44% da população brasileira não lê e cerca de 30% nunca comprou um livro, mas o crescimento do interesse literário no meio jovem é positivo e mostra que a situação pode estar mudando.
Nossa colunista Mariana Maiz Pirolo fala sobre o tema e argumenta que “uma das facetas mais importantes da arte literária é a forma como os seus títulos acompanham as mudanças sociais. É possível descobrir muito sobre a forma como a sociedade de uma determinada época vivia e se comportava através dos livros publicados em certos momentos históricos”.  E que, principalmente, “lendo entendemos que nossa visão de mundo não é única” e temos a oportunidade de nos assemelharmos e de nos abrirmos para novas ideias e ideais.


 
Boa leitura e até a próxima edição!

Maria Aparecida Miranda
Editora da Revista Bem-Estar & Saúde



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