Revista Sucesso

Atualizado em 29/08/2016

Tratamentos

Fisioterapia pélvica e a incontinência urinária

Ela acontece devido ao enfraquecimento dos músculos que sustentam os órgãos pélvico

Da redação



A incontinência urinária é definida como qualquer perda involuntária de urina (Sociedade Internacional de Continência). As mais comuns são a incontinência urinária de esforço, que acontece quando a pessoa realiza algum esforço, como tossir, espirrar, pegar peso, etc.; e a incontinência urinária de urgência, quando há vontade súbita de urinar e às vezes não dá tempo de segurar a urina, que escapa no caminho ou até mesmo antes de abaixar a roupa.

Ela acontece devido ao enfraquecimento dos músculos que sustentam os órgãos pélvicos (bexiga, útero no caso das mulheres e intestino). Esse enfraquecimento é gerado pelo envelhecimento natural (independentemente da idade), gestação, partos vaginais, obesidade, cirurgias na estrutura pélvica (acomete mais os homens pela retirada da próstata) e diabetes (com sintoma de urgência miccional que pode ou não ser acompanhada de perda urinária).

Mas para tudo isso existe um tratamento simples, indolor e sem efeitos colaterais. A fisioterapia pélvica, antigamente conhecida como fisioterapia uroginecológica, atua na prevenção e tratamento dessas disfunções, com exercícios simples e funcionais inseridos no dia a dia da pessoa.
Hoje já dispomos de recursos de alta tecnologia para o tratamento, como o biofeedback por EMG (eletromiografia), um recurso que visa avaliar de forma fidedigna a musculatura do períneo com eletrodos de superfície (descartáveis) e tratar de forma animada e funcional. Outro recurso é a eletroterapia, indicada principalmente para quem precisa correr para o banheiro ou quando necessário.

Existem também os cones vaginais (pesinhos para a região vaginal), mais conhecidos pela população, que devem ser utilizados em casa, mas somente com orientação adequada e após um treinamento específico com o fisioterapeuta, pois a utilização errada pode levar a malefícios e até piorar o sintoma.

Os exercícios são simples, indolores e sem efeitos colaterais, podendo evitar cirurgias. Primeiro é necessário identificar os músculos que serão treinados, o grupo muscular chamado períneo. Após isso é avaliado se o movimento foi realizado de forma correta, ou seja, se soube contrair e relaxar.
Somente após a avaliação com o fisioterapeuta especialista é que será definida a conduta específica para cada caso. Saiba que quanto mais cedo começar a fisioterapia pélvica, mais rápido é o resultado e, se você priorizar a prevenção, o problema pode não aparecer mais.

 
Alini Cardoso e Lisânia Saisu, fisioterapeutas

Rua Coração de Maria, 145, Londrina PR
(43) 3341-5166 / (43) 3322-1988
Blog: fisiouroginecologia.blogspot.com
Facebook: Fisioterapia Pélvica em Londrina

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