Revista Sucesso

Atualizado em 23/03/2017

Estilo de vida

Assistindo The Walking Dead

A blogueira Mariana Maiz  do Pequenos Retalhos conta sobre sua experiência assistindo a série The Walking Dead

Da redação

Depois do último post sobre algumas dicas para se salvar de um apocalipse zumbi, resolvi falar um pouco sobre minha experiência assistindo The Walking Dead. Para quem não sabe, a série está em sua sétima temporada e é adaptada de uma HQ de mesmo nome.

Eu demorei um pouco para decidir começar. Minha fascinação por zumbis começou quando assisti Resident Evil. Eu sempre gostei da temática de um apocalipse. Por isso, filmes de zumbi sempre me chamaram a atenção. Com Guerra Mundial Z, eu gostei do filme, mas foi o livro que me fez apaixonar de vez. O motivo principal não foram as criaturas em si, mas porque o livro focava em como a humanidade reagiria a uma catástrofe dessa dimensão.

Em The Walking Dead, o foco é exatamente esse. Os zumbis são apenas catalisadores da luta pela sobrevivência. O que realmente está em jogo ali é a forma como a humanidade vai lidar com tudo isso. Até que ponto uma pessoa vai para garantir a sua própria sobrevivência?

Sobre a série

Basicamente, a série conta a história de um grupo de sobreviventes de um apocalipse zumbi de proporções globais. As grandes cidades caíram. Não há mais governo. Serviços públicos ou qualquer tipo de organização oficial sumiram. Zumbis (ou os Walkers, como são chamados) andam por todo lado e só querem saber de comer qualquer coisa viva.

O grupo é liderado por Rick Grimes. Ele era xerife de uma cidade pequena que acorda de um coma e se depara com o mundo de cabeça para baixo. Após uma tentativa frustrada de encontrar um centro de refugiados em Atlanta, ele acaba se juntando a um grupo que está acampando nos arredores da cidade. Por pura sorte, esse é exatamente o acampamento onde sua esposa, Lori, e seu filho, Carl, estão vivendo. A partir daí, esse grupo vai tentar sobreviver nesse novo mundo, sempre lidando com a ameaça dos zumbis e também de outros grupos de sobreviventes.

Assistindo The Walking Dead anos depois

A minha experiência assistindo essa série está sendo diferente. Como comecei tão tarde, as primeiras temporadas quase não vi passar. É uma vantagem de quem começa depois: os episódios já estão disponíveis. E em The Walking Dead, isso significa muito. A maioria dos episódios termina deixando algo no ar que faz você querer ver o próximo imediatamente. O que é bom, pois determina um ritmo rápido para a série. Sempre há alguma coisa acontecendo. E quando as coisas parecem dar uma acalmada, é quando você fica mais atento. Afinal, é certo que algo está para acontecer.

Eu já sabia alguns spoilers, claro. E essa é uma desvantagem. Quando uma série faz um sucesso como esse, os fãs ficam em polvorosa. E até mesmo quem ainda não assistia acaba descobrindo alguns pontos principais. Nesse caso, as mortes dos personagens não são poucas e sempre tem um impacto muito grande. Várias mortes que foram grandes surpresas quando aconteceram eu já esperava. Não sabia detalhes, mas sabia que iriam acontecer. Por isso, tentei não me apegar a alguns personagens, para ver se não sofria tanto quando tivesse que vê-los ir embora. Não funcionou.

É estranho dizer, mas apesar de ser uma série sobre zumbis, The Walking Dead é muito humana. Não há como não se apegar aos personagens. Eles podem não ser como você, mas lembram alguém que você conhece. Até mesmo os vilões acabam humanos. Eles podem ter ultrapassado limites que nunca deveriam ter sido ultrapassados, mas você entende como eles chegaram lá.

Por tudo isso, meio que me viciei na série. Ainda não cheguei na sétima temporada, mas logo chego lá. E aí vou mudar minha perspectiva. Afinal, vou conseguir evitar spoilers com mais eficácia. Mas confesso que não queria ter que esperar uma semana por um episódio novo. Ou meses por uma temporada nova. Mas quem sabe não encontro outra série para assistir em maratona?

 
Mariana Maiz Pirolo
Blog Pequenos Retalhos
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