Revista Sucesso

Atualizado em 13/04/2017

Estilo de vida

A eterna felicidade de um novo ano

Os dramas da sociedade decorrem das ações de governos que interagem pelo  improviso. A submissão da administração pública impossibilita uma ação  planejada com a visão de longo prazo. É preciso pensar e repensar o  Brasil por inteir

Da redação

A economia é a base da prosperidade. A distribuição da riqueza é o alicerce do bem-estar. O trabalho é o maior bem da vida e o pão é a manutenção da própria vida. Por que ações impiedosas deixam o homem sem trabalho, sem dignidade, sem pão, sem vida?

No universo das disputas econômicas, observo que os instrumentos de ação social submetem-se a um regime tutelado pela avareza.

Poderosas oligarquias, untadas pelo desejo infinito de especular, controlam governos debilitados que permitem a opressão num processo interminável de concentração da riqueza.

O que é mais importante? Aumentar a renda dos ricos ou a dos pobres? 

Os fatos revelam que as rendas se concentram pela compressão do salário. O salário mínimo pode ter sido um dia instrumento de uma política econômica qualquer. Todavia, não deixou de ser uma afronta ao trabalhador, que sempre foi molestado com uma remuneração de difícil sobrevivência. Eis o milagre da resistência de um povo heroico que, se dizendo retumbante, assiste passivamente à derrocada do seu salário. O custo de vida vai sendo maquiado por indicadores fajutos para atender às imposições das corporações que deliberam em nome do governo. Vem daí a certeza de que os eleitos sustentam ideias contrárias às suas próprias pregações durante as campanhas eleitorais.   

O que é mais importante? Repartir a riqueza ou distribuir a miséria? 

Os dramas da sociedade decorrem das ações de governos que interagem pelo improviso. A submissão da administração pública impossibilita uma ação planejada com a visão de longo prazo. É preciso pensar e repensar o Brasil por inteiro. A ação política que se viciou nas prerrogativas de fabricar privilégios vai assistir um dia ao seu fim. Ela revela uma estratégia no sentido de evitar transformações estruturais e, ao resguardar os interesses de uma minoria, impede o êxito de um grande processo de transformação socioeconômica que beneficie o povo brasileiro.

O que é mais importante? A submissão de muitos ou a coragem de poucos? 

O patriotismo é um sacramento. Somos hoje filhos daqueles que ontem morreram pela Pátria na sua profissão de fé. Precisamos agora aprender a viver por ela e viver com dignidade! Para isto é importante que a moralidade não se desgarre do direito. Por esse fundamento será possível reconstruir o prestígio das instituições e restabelecer o respeito que essas devem dispensar ao povo. Precisamos tornar permanentes os embates ao obscurantismo, para que não se aprofunde a desilusão nacional, acerca da possibilidade de retomar em nossas mãos, o destino do Brasil!

O que é mais importante? A consumição ou o discernimento?

A força mística que golpeia a razão através do terrorismo fiscal, mantenedor dos governos sem limites, terá que ser rapidamente contida. O peso do Estado no bolso do trabalhador e nas costas do empresário interage obliterando os caminhos do desenvolvimento. Não só pelo que se arrecada, mas pelo que se devolve. O Estado não pode golpear a sociedade com romantismos banais. O problema do tributo está na destinação dos valores arrecadados. Há muito tempo tem servido muito mais para manter o sorriso largo dos financiadores da dívida pública sem limites. Regras estabelecidas em contratos permitem ao senhorio a transmutação dos verdadeiros propósitos da ação fazendária. A função distributiva do imposto através de serviços públicos de qualidade simplesmente não existe mais. Melhor pensando, até hoje, não existiu!

O que é mais importante? Reconstruir ou remendar?

A minha profissão de fé nesse manifesto se reveste das convicções que tenho, quanto à superação dos obstáculos que impedem o desenvolvimento do Brasil. Tudo depende apenas que DEUS nos permita despertar este gigante secularmente adormecido em berço esplêndido. Precisamos ficar atentos e reconhecer as nossas potencialidades. Vamos identificá-las e saber do que somos capazes. Habitamos o país mais privilegiado e rico do planeta. Então as nossas potencialidades são muitas. São maiores do que todas de outros e, portanto, não precisamos depender deles. Somos independentes, livres e soltos. Levantemo-nos, vamos à luta. Vamos reconstruir o Brasil para nós e para nossos filhos. Vamos honrar nossos pais e dignificar os nossos netos. Assim poderemos ser muito mais felizes, em todos os anos que ainda virão!

O juiz Sérgio Moro, o Ministério Público, a Polícia Federal, através da Operação Lava Jato, cuidam da pavimentação desse novo caminho na reconstrução de um “NOVO BRASIL”.

Almir Rockembach
Economista
Colunista na Revista Sucesso

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Felicidade, Feliz 2017, Revista Sucesso, Rockembach
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