Revista Sucesso

Atualizado em 16/04/2019

Estilo de vida

“A fotografia é como um pedaço de mim que está lá e ao mesmo tempo há a lembrança de um momento especial”

Renata Dinardi Borges Liboni fala sobre sua mais antiga paixão: a fotografia

Da redação

Ela conta que fotografa há vários anos e que sempre gostou de fotografia, desde criança. “Meu tio fotografava a família e também revelava. Eu sempre achei isso o máximo. Depois, aos 10 anos, pedi ao meus pais uma câmera, uma Kodak Instamatic 101, e eu ia fotografando tudo o que via, nem sempre as fotos saiam boas”, relata conta a fotógrafa/médica Renata Dinardi Borges Liboni, de Londrina.  Ela conta que, com o passar dos anos, foi procurando melhorar. Inicialmente, investindo no equipamento e, depois disso, há uns 5 anos, fazendo um curso para aprender a fotografar melhor. ”Foi através do curso com minha amiga e fotógrafa Gizele Petreli, que minhas fotos ficaram com uma qualidade mais apurada”.


Foto, sempre presente

A primeira foto que emoldurou foi a que está exposta no consultório do seu marido, Marcos Liboni.  “Há 2 anos eu procurava um presente de aniversário para o Marcos. Havíamos visitado o Atacama há pouco, estava com equipamento recém comprado e as paisagens eram surreais. Havia um espaço na sala dele e resolvi fazer uma montagem. A sensação foi maravilhosa. É como um pedaço de mim que está lá e ao mesmo tempo há a lembrança de um momento especial. Para mim a fotografia é isso. Depois, fiz umas fotos dos meus filhos para presentar os avós e tios. Algo bem pessoal e singelo”.


Conceitos visuais

Na vida dessa médica apaixonada pela câmera, a fotografia é uma parte do seu olhar para o mundo. “Meu estado e espírito influenciam muito nas minhas fotos, chegando ao ponto de não querer fotografar. O tipo de foto que nasce a cada clique também é influência, segundo ela, das suas emoções. “Havia uma época em que preferia fotos em PB, agora, já sinto que o colorido das coisas, pessoas e lugares precisam ser mostrados, como se eu precisasse me mostrar assim também”. “Então”, analisa, “por mais que goste da estética do PB, simplesmente não consigo e me entrego às cores”.
Uma outra coisa é o processo de fotografar. Ela explica que como não é profissional, o processo de ajuste de luz, do foco pode ser mais demorado, então vai aproveitando cada passo, cada momento até dar o clique. “Gosto mais de paisagens, contrastes de luz, uso sempre luz natural. Gosto de fotografar um momento descontraído, como pessoas e moradores passando, animais, detalhes de algum jardim... Também gosto de fotografar meus filhos, são muitos fotogênicos! No entanto, tenho um adolescente que raramente se deixa fotografar”.

 Vai experimentando a seu modo, luz, cores, gentes, e sempre que precisa de auxílio pede ajuda à amiga Gizele Petrelli. “Acho o olhar dela muito sensível, ela faz uma composição de cores e alguns ângulos que são elegantes, de muito bom gosto. Com ela aprendi e aprendo muitas coisas. Também gosto e gostava muito do trabalho do Caximbo. Fui uma vez no estúdio dele quando era adolescente. Achava ele o máximo”.

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